025. Inevitável
Alana
Lucas: -Espera! -ele me segura pelo braço. -Espera aí. Tá um pouco tarde pra você ir sozinha, as ruas são bem esquisitas. Deixa eu pelo menos te acompanhar até em casa...
Eu dou de ombros e me solto dele, continuo com meu percurso.
E ele me acompanha.
O caminho foi absurdamente longo. E silencioso. Parecia que tinha uma nuvem pairando sobre nós dois.
Alana: -Tá bom aqui na esquina. Não precisa parar na porta de casa.
Lucas: -Por que não?
Alana: -Não quero que a Carol me veja chegando com