A xícara de chá caiu das minhas mãos no instante em que abri a porta do quarto esperando encontrar o Arthur deitado — talvez ainda dormindo, talvez acordado mas quieto, qualquer coisa dentro do espectro razoável de alguém em recuperação — e encontrei ele de pé, tentando se mover enquanto o Thomas fazia o que podia para contê-lo com uma mão só, porque a outra ainda estava imobilizada, o que tornava toda aquela operação ainda mais impraticável do que já seria.
Minha mão simplesmente abriu. Vidro