Entrei no helicóptero tentando não pensar que era a primeira vez na vida que entrava em um e que estava morrendo de medo.
Mas não podia me importar com isso. Tinha medos maiores no momento. Perder o Arthur. Perder o nosso filho. Não podia ficar nervosa por coisas tão pequenas quanto a primeira vez em um helicóptero, afinal havia pessoas que faziam isso todos os dias e sobreviviam perfeitamente bem, e o barulho do motor era alto mas controlado, e o espaço interno era apertado mas funcional, e o