Eu não era o tipo de homem que pedia perdão. Eu abolia as regras com perversidade, sem me importar com quem estaria ferindo no processo. Eu queria resultado, queria o meu ganho, e coitado de quem entrasse em meu caminho.
Eu não ficava remoendo o passado; eu olhava para o futuro. Eu tirava minhas cartas da manga e surpreendia meus adversários, fazendo-os recuar, ajoelhar e implorar misericórdia ao seu novo rei. Essa era a minha base.
Não queria acabar com as máfias inimigas; eu os queria rendid