— Eu simplesmente não acredito que ele se acha no direito de decidir o meu futuro, e pior, o futuro dos nossos filhos.
Parei de tirar a camisa ao ouvir as palavras "nossos filhos". Ela falou com tanta naturalidade, e mesmo que, neste momento, estivesse com raiva, não pude evitar sorrir ao olhar para ela, que continuava a arrancar a sandália e reclamava de Francesco.
— Ele acha mesmo que vou carregar uma criança por nove meses, sofrer ao dar à luz e entregá-la de bandeja à máfia? Escute aqui, Ot