Isabela foi arrancada do desmaio por uma dor explosiva.
Alguém a esfaqueava repetidamente na coxa, e um líquido quente escorria pela sua panturrilha.
Ela mal havia aberto os olhos quando percebeu que havia um pano preto cobrindo seu rosto, bloqueando completamente a luz. Tentou falar, mas a voz saiu rouca, como se tivesse areia na garganta:
— Catarina.
Uma risada arrepiante ecoou bem perto do seu rosto. Em seguida, alguém arrancou o pano preto de seus olhos.
A primeira coisa que viu foi um rost