— Não, ela não está comigo — falou assim que parou de rir. — E sim, ela sabe que eu existo, mas aparentemente prefere viver com qualquer um, menos comigo.
Lá estava a amargura de novo em seu tom, mas ele não deixou de parecer que achava a situação engraçada, ou dolorida demais para não rir. Eu não sabia o que pensar. Que ele era louco? Talvez. Mas se a irmã dele não queria morar com ele, por que eu deveria?
Mais uma vez as desconfianças sobre ele e suas intenções comigo martelavam em minha cab