Mundo de ficçãoIniciar sessão— ELIZABETH —
Eu não sei mais quanto tempo passou desde que fui trancada aqui, mas a sensação de estar perdida, isolada, começa a tomar conta de mim de uma maneira avassaladora.Eu temia pela minha vida e pela vida do meu filho.As paredes do cativeiro se tornaram uma extensão de mim, como se eu estivesse aprisionada não apenas fisicamente, mas também mentalmente.A raiva, o medo e a confusão se misturavam, tornando cada pensamento mais difícil de se organizar. Não sabia o que era pior: a incerteza do que viria a seguir ou a constante sensação de ser observada.O som de passos ecoou de novo no corredor. Era o som que mais me aterrorizava agora, porque eu sabia que, quando eles chegavam, eu não podia prever o que aconteceria a seguir.Estela e Hugo, cada um com seus próprios objetivos, suas próprias intenções, me viam como nada mais do que uma peça a ser movida em seu jogo.Mas Estela... Estela parecia cada vez mais fora de controle. Ela estava ir