47. TORRESMO
— Até que horas eu posso desfrutar da sua companhia?
— Uau, que linguagem de um cavalheiro. – Eu dei uma boa risada, era surreal estar ali com Apolo, em um barzinho em frente à faculdade. Estava feliz com isso. — Eu tenho aula só mais tarde, não se preocupe. Vamos sentar aqui?
— Está ótimo pra mim. Vem aqui sempre?
— Na verdade, nunca vim. Morro de inveja da turma que vem.
— Achei que era baladeira?
E ele deu um sorriso tímido, daqueles que desvia o olhar e abaixa a cabeça. O que deixa ele