— O quê? — não conseguiu pensar em nada que não fosse o próprio coração acelerando.
— Zaya! — chamou Haidar com firmeza.
— Não poderia simplesmente querer vir para cá? — quase gagueja, se delatando imediatamente.
Haidar apertou inconscientemente os dois dedos, um para baixo e outro para cima, quase como um beliscão automático no queixo dela, isso por cima do véu.
Ela não reclamou, apenas apertou os olhos, aquilo não era nada comparado aos maltratos que vinha recebendo do pai, tanto verbal