A mão de Alessandro permaneceu sobre a barriga plana de Isabella por longos segundos, os dedos ainda trêmulos contra a pele quente e lisa sob a camisa preta. O calor da palma dele contrastava com o ar frio do apartamento, e Isabella sentia cada linha dos dedos pressionando suavemente, como se ele tentasse confirmar pela pele o que o exame já dissera. O silêncio era tão denso que ela conseguia ouvir o próprio sangue latejando nos ouvidos, um tambor surdo e acelerado. Ele não retirou a mão de ime