Alessandro empurrou Isabella para dentro do carro preto antes mesmo de ela processar o que acontecera.
— Entra! — rosnou ele, a voz cortada pela dor.
O ombro direito sangrava sem parar. O tecido do terno estava encharcado, vermelho-escuro, e gotas quentes ainda pingavam no asfalto. Isabella caiu no banco traseiro, o vestido de noiva rasgado e manchado de sangue dele. Alessandro subiu atrás dela, batendo a porta com força. O motorista acelerou antes que a porta fechasse por completo.
— Vai! —