No instante em que o nome Alessandro Vitale ecoou pela igreja de São Nicolau, Isabella Rossi enfrentava a ruína total: grávida do inimigo jurado da família, exposta na frente de dezenas de chefes mafiosos, com o pai pronto para matá-la e o noivo siciliano recusando a mercadoria manchada.
O silêncio durou menos de cinco segundos.
Depois a igreja explodiu.
Murmúrios viraram gritos. Cadeiras arrastaram. Alguém riu de nervoso, o som estridente cortando o ar. Uma mulher na segunda fila fez o s