DOMINIC BELLANDI
As ruas de Palermo estavam quase vazias naquela hora. A chuva fraca deixava o asfalto brilhando sob os postes antigos enquanto eu dirigia puto comigo mesmo.
Tudo aquilo era absurdo.
Eu podia mandar qualquer homem buscar a porra da pizza.
Marco, Lucca ou até algum soldado aleatório. Mas não.
Lá estava eu, quase duas da manhã, atravessando a cidade por causa de uma garota problemática que provavelmente ainda estava acordada me xingando mentalmente. Estacionei em frente à pizzar