Elisa imprensou com força o saco de gelo contra a testa do irmão que rolou os olhos com tédio apoiando a cabeça por cima dos braços cruzados sobre a mesa.
-Eu já disse Elisa, estou bem não preciso de mais gelo.- Kléber se levanta retirando o jaleco branco o pendurando no cabide.
Elisa bufa batendo o pé no chão com força.
-Prevenção, e o seu peito? Amanhã você ficará com uma imensa ressaca.- Elisa se levanta caminhando até o irmão que apaga as luzes do consultório.
-Meu peito não dói, Elizab