Olhei fixamente para ela, tentando manter a postura, mas não durou por mais de um segundo. Desviei o olhar novamente. Eu sentia mágoa, eu sentia raiva. Eu sentia vontade de arrancar o bebê dela.
– Então explique-se. É a sua oportunidade, senhorita Clarke.
Ela me encarou. – Para que? – Deu de ombros, e então limpou as lágrimas que inundavam seu rosto. – O senhor já tem suas conclusões sobre o que aconteceu comigo. Não importa provar quem eu sou ou o que eu fiz!
Os pés dela giraram e eu a vi a