O silêncio tomou conta da estrada.
Helena não conseguia desviar os olhos do celular caído entre os galhos.
Era dele.
Não havia dúvida.
Ela reconheceria aquela capinha em qualquer lugar.
Ajoelhou-se lentamente e pegou o aparelho com cuidado, como se um movimento brusco pudesse apagar a única pista que Dante deixara.
A tela estava rachada de ponta a ponta.
Mesmo assim, permanecia acesa.
Uma única notificação ocupava o visor.
Mensagem não enviada.
Helena sentiu o peito apertar.
— Ele tentou falar