CAPÍTULO 233 — A PRIMEIRA NOITE SEM MEDO
Depois daquela última frase…
o prédio dormiu.
De verdade.
Pela primeira vez em muito tempo.
Sem gritos vindos das paredes.
Sem vozes chamando nomes na madrugada.
Sem sonhos sufocando pessoas até fazê-las acordar chorando.
O ambiente inteiro mergulhou numa calma tão profunda que parecia impossível lembrar como aquele lugar já tinha parecido amaldiçoado.
Mas Davi sabia.
O horror ainda existia.
Ainda estava lá embaixo.
Imenso.
Antigo.
Esperando.
A diferença