O silêncio na floresta tornou-se monstruoso.
Irreal.
Pesado demais para existir normalmente.
Os homens armados continuavam imóveis.
Parados como estátuas.
Olhos vazios.
Sem expressão.
Aguardando.
Esperando.
Alana sentiu o sangue desaparecer do rosto.
Porque aquilo não parecia humano.
Não de verdade.
O homem mais próximo repetiu novamente:
— Aguardando comando.
A voz saiu mecânica.
Artificial.
Sem emoção alguma.
Como máquina.
O horror atravessou corpo inteiro dela instantaneame