Helena não contou a Matteo, nem sobre a ligação, sobre a fotografia e nem sobre o medo que agora caminhava ao lado dela como uma presença invisível, afinal ele é apenas uma criança que não precisa viver com medo.
Naquela manhã, ela tentou manter a rotina, café da manhã, lancheira, beijo na testa, mantendo uma normalidade forçada. Mas seus olhos estavam diferentes, atentos demais, cada som parecia alto, cada carro que passava devagar parecia suspeito.
E quando ela saiu do prédio com Matteo, sen