O celular continuava na mesa lateral, com a tela apagada, mas a notificação permanecia ali.
Helena dormia profundamente, a respiração estável contra o peito de Lorenzo.
Por um instinto, ele abriu os olhos antes do amanhecer, algo dentro dele estava inquieto.
Com cuidado para não acordá-la, ele esticou o braço e pegou o telefone, havia uma única mensagem de um número corporativo.
O assunto era direto.
URGENTE — Precisamos falar antes das 9h.
Enviado às 23:47.
Ele desbloqueou e ha