CAPÍTULO CINQUENTA E DOIS: FOME DA MADRUGADA.
POV AMÉLIA.
Me deitei confortavelmente na banheira e apreciei aquela água quentinha. Fechei os olhos e acabei cochilando por alguns minutos. Acordei assustada com batidas na porta. Quem será o infeliz que ousa atrapalhar meu banho e meu cochilo?
— Amélia, está tudo bem ai? — Perguntou Cecília. Tinha que ser ela, minha babá.
— Sim, estou bem. — Respondi.
— Você estava dormindo? — Perguntou.
— Não. — Respondi mentindo.
— Mentirosa, eu ouvi você roncando. — Gritou Cecília lá de fora. Que absurdo,