O dia seguinte começou… errado.
Valentina abriu os olhos ainda sonolenta, virou o corpo por instinto e tentou se levantar rápido da cama.
— Ai!
O pé imobilizado não acompanhou o movimento.
Ela perdeu o equilíbrio e caiu ao lado da cama, o impacto seco ecoando pelo quarto.
— Droga…!
Antes que pudesse tentar se levantar sozinha, Alonso já estava de pé.
— Você tá bem?
Ele se abaixou ao lado dela, avaliando rápido.
— Esqueci… — murmurou ela, irritada consigo mesma. — Meu pé.
— Dá pra perceber.
Ele