Anderson engoliu em seco e piscou os olhos rapidamente.
— O que você está falando? – sua voz parecia trêmula.
Fechei a gaveta da minha penteadeira com força e me levantei daquela cadeira. Anderson notou o seu celular quebrado no chão e arregalou os olhos.
— Não se preocupe, eu pago pelo seu celular. Assim como pago por todo o resto aqui. – Sorri.
— Gatinha, eu posso te explicar, isso não é...
— O meu nome é Elisa. – Eu o interrompi. – E eu não preciso de explicações, eu sei ler e sei exata