“Alina? Amor, acorda.” Sinto a mão do Gregorio no meu rosto, me tirando de um sono profundo.
“O que tá acontecendo?” Pergunto assustada, sentando na cama.
“Nada demais. Só queria avisar que sua amiga Carina quer te visitar. Vou deixar a porta aberta do lado de fora, mas tranca quando ela entrar, tá? Não quero que nada aconteça com você.” Ordena, e eu confirmo, puxando a alça do meu vestido que havia caído do ombro.
“Certo, volto logo.” Beija minha testa, dá um piscadinha e sai.
“E-e espera...”