POR CHRISTOPHER
O apartamento estava silencioso.
Do jeito que eu gostava.
Mesmo assim, naquela manhã, o silêncio não ajudava.
Servi uma xícara de café e caminhei até a enorme janela da sala.
Lá embaixo, a cidade já estava completamente acordada.
Carros.
Pessoas.
Compromissos.
Tudo seguia exatamente como deveria.
Menos a minha cabeça.
Voltei para o escritório improvisado que mantinha no apartamento.
Abri alguns e-mails.
Respondi dois.
Fechei o notebook.
Cinco minutos depois já o tinha aberto out