Era madrugada quando o telefone de Tom tocou. Eu estava deitada ao seu lado, como vinha acontecendo nos últimos dias. Ele pegou o aparelho, verificando quem era, e assim que olhou, senti seu corpo ficando tenso.
Ele apertou o botão e atendeu. Sua voz era contida, apenas ouvindo o que a pessoa do outro lado tinha a dizer. Ele só terminou a ligação dizendo:
— Não se preocupe, pegarei o primeiro voo. Serei o elemento surpresa. Se percebermos que vão fazer algo a mais com ela, eu entro e mato todo