ARIANA
Meus dedos encontraram o caminho até seus cabelos, puxando-o para mais perto de mim. Sua palma se moveu para acariciar meu rosto enquanto ambos aprofundávamos o beijo ao mesmo tempo, quase como se tivéssemos ensaiado isso mil vezes.
Inconscientemente, nos levantamos de joelhos na cama e eu pressionei meu corpo contra o dele, deixando minha mente embriagada tomar conta.
Ele era inebriante. Seu perfume, o jeito como me beijava, como me abraçava... era viciante. Eu não queria que parasse.