FERNANDA
O carro de Anice cortava a noite silenciosa com uma rapidez que parecia não fazer sentido, a minha amiga dirigia muito bem, e estava usando isso para ir para casa.
Eu estava perdida em meus próprios pensamentos, como se o mundo ao meu redor tivesse desacelerado, sentia as lágrimas molharem as minhas pernas, era como se estivesse em um horrível pesadelo, do qual eu sabia bem que não podia acordar, pois jamais me casaria com um homem que engravidou outra, para mim os filhos devem ser cri