O dia seguinte àquela noite mágica parecia um sopro de realidade após o turbilhão de sentimentos que Axel e Vincent haviam compartilhado. O bailarino acordou primeiro, lentamente, como se ainda estivesse imerso na névoa de prazeres da noite passada. O quarto estava em um silêncio quase absoluto, a única luz vindo do brilho suave da manhã que filtrava pelas cortinas, iluminando a cama de maneira difusa. Ele estava deitado de lado, com o rosto virado para o travesseiro, e a sensação de ter algo