— Por favor, me deixem em paz... — As lágrimas de Viviane caíam descontroladamente.
— Não venha se fazer de coitada comigo! Você acha que fingindo estar morta e atraindo um patrocinador rico vai resolver todos os seus problemas! — Exclamou ele. — Agora nem seu patrocinador quer mais você, ou talvez você deva seduzir outro homem rico, fazer sua mãe pagar toda a dívida de jogo de oitenta milhões que ela nos deve, aí eu posso te perdoar!
— O quê? Oitenta milhões? — O rosto de Viviane ficou pálido.