— Mariana, não me faça sentir que você não tem nem um pingo de valor sobrando. — Lucas sussurrou no ouvido dela, como um demônio. — Na cama, parecendo uma morta-viva, quem é que gosta disso?
Ele disse isso e se levantou da cama, se vestiu e saiu do quarto.
A porta do quarto foi fechada com um estrondo.
Mariana puxou o cobertor e o colocou sobre a cabeça.
Os olhos estavam ardendo e doloridos, mas já não havia lágrimas para derramar.
Aquele homem a fazia se decepcionar uma vez após a outra.