— Bem, já está tarde. Vou voltar para casa. — Melina acenou com a mão. — Boa noite... amigo.
— Boa noite, amiga. — O homem assentiu. O vidro da janela subiu silenciosamente, ocultando aquele rosto bonito e elegante.
No instante em que se sentou no banco do motorista, Melina sentiu surgir, inexplicavelmente, uma leve sensação estranha em seu coração.
Ela tinha a impressão de que aquele homem lhe era familiar de alguma forma, mas não conseguia se lembrar de onde o conhecia. Porém, havia algo na ma