ADRIANA
Zade não estava errado. Eu fujo quando não consigo processar o que fazer. Mas sinto que é assim que sobrevivi tanto tempo. Para evitar enfrentar meus demônios. Sei do que um homem é capaz, como basta uma fração de segundo para que ele faça algo que marcará alguém para sempre.
Tenho evitado Atticus nos últimos dias, limitando-me a um “oi” ou “olá” quando o encontro, mas sem lhe dar a chance de dizer ou fazer muito. Comi a sobremesa que ele fez e disse que estava boa, mas aprendi uma coi