ZADE.
Ela ficou quase duas horas cuidando de mim, a ponto de eu dizer que deixaria que outra pessoa me examinasse e me olhasse, pois sabia que ela estava cansada. A única resposta dela foi um tapinha na minha nuca e um murmúrio sobre como eu era irritante.
Ela estava com raiva e não poderia culpá-la. Provavelmente parecia muito pior do que era.
Eu me sentia bem, minha sensibilidade para a dor era bem alta e meu foco era poder sair daquela casa antes que eles nos alcançassem. Odiava estar fugi