Celeste estava em uma espécie de transe, preocupada com as crianças, sem perceber que era ela a mais afetada.
— Senhorita, por favor, verifique... Verifique as crianças... As crianças... — repetia Celeste, sem conseguir se levantar.
— Celeste, acalme-se, tudo vai ficar bem, já pedimos ajuda, as crianças estão bem.
Celeste sabia que ela estava mentindo, porque podia ouvir o choro das duas crianças.
— Meus filhos, por favor, vão, desçam do palco, agora, eu vou me levantar, fiquem calmos, desçam... Por favor, desçam, não é seguro... — disse Celeste, depois desmaiou.
A diretora da escola ficou angustiada e tentou levantar ela mesma a estrutura, mas era muito pesada, e ficou ainda mais assustada ao ver sangue sob as pernas da garota.
— MEU DEUS! — Gritou a diretora, levando as mãos à boca.
Enzo e Gio queriam subir ao palco, mas a diretora os proibiu. Rapidamente, um grupo de homens chegou ao palco e, entre pelo menos seis pessoas, levantaram o suporte. Celeste estava inconsciente, tinha re