O silêncio da madrugada no apartamento de Louise era absoluto, quebrado apenas pelo som suave da água preenchendo o copo de cristal. A luz da lua filtrava-se pelas cortinas de linho, iluminando sua silhueta envolta em um robe de seda clara. Ela parecia uma pintura clássica, a personificação da calma até que o bipe eletrônico da fechadura rompeu a quietude.
Bip. Bip. Bip. Click.
O coração de Louise deu um solavanco. Ela reconheceu o passo pesado, mas ritmado. A porta se abriu e a presença de