Mundo ficciónIniciar sesiónAlguns minutos depois, entramos na praia. Samira agarrou minha mão e fomos para a água fria.
— Porra, Sam, está muito gelada! — disse eu.
Ela jogou a cabeça para trás e riu gostosamente. Ficou esfregando os pés na água, que batia nos joelhos.
— Que graça tem nadar só de dia? — arqueou a sobrancelha.
Samira sorriu perigosamente, me analisado, aliás, eu percebia que ela anda







