Nyla
Fico sentada ao lado do leito da minha mãe. O único som que surge no quarto hospitalar são os pipes dos monitores.
Seguro a mão dela, a fragilidade é tanta que tenho medo até de apertar meus dedos em volta dos dela.
“Nyla...” Kayla me chama com um sussurro.
Ela estar desperta é surpreendente. Ela tosse um pouco e aperta os dedos ossudos em volta dos meus.
“Descanse, mãe. Estamos seguras agora.” Informo de forma gentil.
Acaricio seus cabelos, tentando trazer conforto e afeto para ela.
“Fil