Ronan
Nyla permanece perto da porta, em silêncio. Consigo sentir seu olhar em mim, atento, preocupado, mas ela não interfere. Não ainda.
Meu pai obedece, mas faz tudo com desdém.
Levanta devagar, como se estivesse me concedendo um favor. Como se a arma na minha mão fosse apenas um detalhe inconveniente, não uma ameaça real. Ele ajeita a postura, passa uma mão pelos cabelos e me encara com aquela expressão que usei anos tentando decifrar quando era mais novo.
Desprezo, controle e uma confiança d