Killian aperta minha garganta e bate dentro de mim.
Ele me despedaça de uma só vez.
Eu grito contra sua boca.
Isso dói.
Puta merda.
Dói pra caralho.
É como ser rasgado por dentro pelo tamanho dele.
Não importa quantas vezes eu o tenha, sempre dói.
Eu? Eu quero que continue. A dor? Eu quero que a dor fique.
Meu corpo arqueia no de Killian. Aperto seus ombros com tanta força que minhas unhas afundam na pele.
Os olhos dele encontrando os meus, enquanto ele rosna.
— Está doendo...?
— N-não pare.