Na noite chuvosa, o céu estava escuro.
Fabio dirigia sozinho, percorrendo todos os possíveis lugares de Cidade S onde Luísa poderia estar. No entanto, não encontrou nem um vestígio dela. Finalmente, desolado, Fabio se sentou em um banco de jardim ao ar livre, como uma criança que perdera sua alma. "Onde você foi, Luísa?" A chuva lavava seu rosto, de modo que era difícil decifrar a expressão nele. Fabio, desanimado, cobria o rosto com as mãos.
De repente, um guarda-chuva preto todo desarranjado