“Em nossa lua-de-mel.” Ela responde, sua voz quase num sussurro, e eu desvio o meu olhar após segurá-lo por muito tempo.
Shayla estende as mãos para me ajudar a sair da cama. Eu estremeço e gemo quando sinto uma onda de dor nas minhas costelas quando me movo. "Você está bem, queri..." Ela começa a dizer, mas para apressadamente, e se segura antes de me chamar de ‘querido’ mais uma vez.
Ela faz muito isso.
Eu estava começando a ter a sensação de que nós nos chamávamos assim muitas vezes. “Espere.