Maite saiu como todos os dias para o parque onde havia perdido seu filho. Gostava de ir lá porque era onde tinha a última lembrança do rosto do seu pequeno. Ao trazer as recordações daquele dia, algumas lágrimas escaparam.
Inalando profundamente, parou exatamente no lugar onde o vira pela última vez. Os homens que a acompanhavam a cercaram, e ela os olhou com desdém.
— A um metro — exigiu.
— Sinto muito, senhora, mas não posso me manter tão longe da senhora.
— Estou te dando uma ordem e você de