—Você vai pagar por isso. Abre a porta —disse Marcos, agarrando Maite e levando-a para um canto em um espaço fechado. Arrancou o macacão de prisioneira dela e, cheio de desejo, empurrou-a contra a parede.—Solte-me —suplicou ela com uma dor infinita no peito. No entanto, Marcos parecia não escutar razões. Estava cego pelo ódio e pela raiva; desejava cobrar de Maite sua traição e o que havia acontecido com sua avó. Que ela fosse para a prisão não era suficiente; ele queria vê-la chorar e suplicar, e embora ela o fizesse, ele não a escutava.Maite estava algemada e usou as algemas para golpear o rosto de Marcos, o que só o enfureceu ainda mais. Marcos a encurralou contra a parede e ela bateu o rosto.Maite chorava de forma dilacerante ao ver o que Marcos tentava fazer com ela.—Não, por favor… não faça isso —suplicou—. Você prometeu, prometeu que nunca me machucaria. Você é um covarde, esqueceu sua promessa.Aquellas palavras chegaram ao coração de Marcos, que imediatamente parou e a so
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