Donatella Romanova
Caminhei pelo corredor da mansão, o som dos meus passos abafado pelo tapete espesso. Minhas mãos estavam fechadas em punhos ao lado do corpo, e o bilhete e as fotos ainda pesavam como chumbo na minha mente. Cada palavra, cada imagem era uma ferida aberta. Eu sentia o gosto metálico da raiva e do desgosto na boca. Não sabia exatamente o que esperava ao enfrentar Roman naquele momento, mas precisava de respostas, mesmo que elas me destruíssem.
Parei em frente à porta do es