Donatella Romanova
Segurei o bilhete em uma das mãos e o envelope com as fotos na outra. As palavras da minha mãe ainda ecoavam em minha mente: "Estou orgulhosa de você." Mas, agora, essas palavras pareciam zombar de mim diante das imagens que Roman havia jogado na minha cara. Minha mãe, morta em um necrotério, fria e pálida. Como isso podia ser real? E, mais importante, como essas duas verdades podiam coexistir?
A confusão e o ódio fervilhavam dentro de mim enquanto eu caminhava até a casa d