Hannah Santana
A manhã de segunda-feira cheirava a café fresco e a uma expectativa silenciosa que pairava sobre a mesa da cozinha. O sol entrava pelas janelas do meu apartamento, iluminando as partículas de poeira que dançavam no ar, e por um momento, eu me peguei observando cada detalhe daquele espaço. As marcas de giz de cera quase imperceptíveis na base da parede do corredor, o sofá que já não era tão firme mas que tinha sido o nosso refúgio em tantas noites de choro e de riso, a pequena me