O closet de Susan, um santuário de controle e perfeição, de repente se transformou em uma sala de interrogatório.
Eu segurava a moldura de prata, o peso do objeto insignificante contrastando com a enormidade da verdade que ele guardava. Não gritei, não acusei. Apenas mostrei a foto a Susan, deixando que o silêncio fizesse o trabalho sujo.
"Quem são eles?" perguntei, minha voz baixa e firme, com a autoridade que meu novo sobrenome exigia.
Susan não desviou o olhar. Não houve negação, nem ra