A fumaça preta e densa das redes sintéticas em chamas rapidamente tomou conta do galpão de peixe, queimando meus olhos e arranhando minha garganta. O calor era sufocante.
Marco Galli tossia violentamente, tentando se proteger com o paletó enquanto apontava a arma na minha direção com a mão trêmula.
— Sua louca! — ele gritou, tentando me puxar para a saída dos fundos. — Você vai matar nós dois!
— Eu prefiro queimar neste galpão do que ser vendida por você de novo! — gritei de volta, me esquivand